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Como ocorre a participação dos PNE’s (PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS) no mercado de trabalho ?

A Inclusão do portador de necessidades especiais no mercado de trabalho, pode ser visto como um desafio ou investimento para a indústria. Desde os tempos antigos são postos a margem da sociedade, sendo recente leis que protegessem esse segmento social e permitem sua inclusão no mercado de trabalho. De acordo com a Lei n. 8.213/91, em seu artigo 93, estabelece cotas compulsórias de vagas a serem respeitadas pelas empresas do setor privado com mais de cem empregados, a partir de 100 (cem) ou mais empregados está obrigada a preencher de 2% (dois por cento) a 5% (cinco por cento) dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, na seguinte proporção:

– até 200 empregados…………………………………………… 2%
– de 201 a 500 empregados…………………………………….. 3%
– de 501 a 1000 empregados……………………………………. 4%
– de 1001 em diante……………………………………………… 5%

E, no setor público, os concursos têm que reservar pelo menos 5% das vagas. A multa para o descumprimento pode chegar a R$ 152.355,73. (Fonte: Folha de SP)

Além de melhorar a qualidade de vida dessas pessoas, quem decide investir nisso, mesmo sem a obrigatoriedade. Está cultivando a diversidade e também uma estratégia para ampliar sua visão global da sociedade. Existem oficinas que preparam os jovens para o mercado de trabalho.

Para Clevolci Silva, mãe de Willian Silva, aluno da instituição APAE quando perguntada sobre qual é a maior barreira que uma mãe que tem um filho com deficiência?  “Acredito que a principal barreira é a própria cabeça dos pais. É um obstáculo colocado por cada um. É aceitar as mudanças que a família terá que passar, porque afinal o pai e a mãe também passam a serem portadores de deficiência. É um desafio diário que vira rotina.”

O preconceito se caracteriza, quando grupos de pessoas tratam alguém com indiferença e parcialidade, excluindo-a de seu meio, ferindo princípios básicos de uma pessoa, principalmente o da dignidade da pessoa humana. É preciso progredir ainda mais em aspectos tais como da cultura corporativa, quebra de preconceitos, como o da baixa produtividade do trabalho deste tipo de profissional, por exemplo, entre outros.

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A inserção de portadores de necessidades especiais no mercado de trabalho depende basicamente de três etapas:

1. Preparo do portador.
2. Educação do empregador.
3. Disposição de boas políticas públicas.

Sua função garante ao aluno que saia preparado para enfrentar diversas funções, o fato de ser um portador de necessidades especiais não desqualifica o direito da pessoa de ter um emprego. Muito pelo contrário, ela está apta a desempenhar qualquer papel dentro de uma empresa.

Os números de Portadores de Deficiência empregados são muito baixos quando comparados com o valor total, no país cerca de 288.600 ou 0,7% é empregada formalmente. Segundo dados do Censo de 2000, há por volta de 24,6 milhões de pessoas com deficiência (visual, auditiva, física ou múltipla), o que representa cerca de 15% da população brasileira.

É considerada pessoa portadora de deficiência a que se enquadra nas seguintes categorias:

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A lei de cotas tem uma função essencial na sociedade, e garante que as empresas abram vagas e deem oportunidade a essas pessoas. Embora o número de PNE’s empregados ainda não seja o ideal, graças à Legislação e a constante fiscalização este sonho tem se tornado realidade para muitas pessoas.

Fontes : https://empodere1pessoa.wordpress.com/2016/03/14/inclusao-dos-pnes-para-o-mercado-de-trabalho/

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